Então, alguma vez você já parou pra pensar em como funciona o RioCard? Ou você é uma daquelas pessoas que esfregam ele no aparelho e acham que o cartão tem que estar virado de frente?
Bom, decidi escrever esse post pra explicar por alto como funciona essa tecnologia. Como o título do post já diz, o nome dela é RFID, que é uma sigla pra radio-frequency identification. Se você é do time dos engenheiros e afins, já deve ter se tocado de uma coisa: radio-frequency (rádio frequência) não precisa de contato, ou seja, nada de esfregar.
Pois bem, acreditem se quiserem, existe uma pequena antena de rádio dentro do seu cartão que consegue se comunicar com o aparelho do ônibus para dizer pra ele quem você é. Admito que ainda não sei um detalhe: se ele armazena o seu saldo ou se só a sua identificação, porém, se vale o meu chute depois de muito pensar sobre isso, ele só serve pra autenticação, o seu saldo fica no leitor. Pra ver em mais detalhes como funciona a autenticação e qual é a estrutura interna do cartão, vejam esse link.
Com isso, podem perceber que ondas de rádio viajam em todas as direções, então tanto faz se o cartão está de cabeça pra baixo, de lado, dentro da carteira, ele vai funcionar da mesma forma. Ele só precisa estar próximo do aparelho, porque o alcance do rádio é bem pequeno (propositadamente).









